segunda-feira, 30 de abril de 2012

Rótulos: Um presente que pode virar passado


Acho que é uma perda de tempo ficar rotulando as pessoas por causa da roupa que veste, do modo que usa o cabelo, e até mesmo pelo jeito que fala. Mas é algo que todos nós fazemos. Somos programados a rotular as pessoas, para que haja uma separação social a partir daí.

Vivemos em uma sociedade que ainda cria um padrão de comportamento para as pessoas. E quando algo não se encaixa no parâmetro exigido socialmente, sofre preconceito pelos demais.

A nossa sociedade cria um padrão para as pessoas com o objetivo de fazê-las seguir um único estereótipo, tendo assim, uma melhor relação entre as pessoas.

Só que toda essa situação de rotular alguém ou algo se trata apenas da parte externa, do que pode ser visto apena. O que importa quando há a rotulação é o que a pessoa transmite com a sua imagem.

Rótulos existem pela necessidade de nos sentirmos integrados a algo, ou até mesmo aceitos em alguns grupos sociais. Só que isso é prejudicial, muitas vezes, para a pessoa. É criada outra personalidade que deve ser seguida à risca para continuar inserida em tal círculo social.

Aceitar-se como é tem que ser o primeiro passo. Não há mudança se não quisermos. O nosso dever é não nos alienarmos a pré-conceitos da nossa personalidade.

Podemos mudar essa situação. Num mundo onde há liberdade de expressão, propagar a ideia de fim dos estereótipos é o início de uma revolução, de uma nova sociedade. Tal que possua opiniões próprias e que não viva em prol de pré-julgamentos.

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